O ano de 2025 assinala o centenário do nascimento de Carlos Paredes, figura maior da música portuguesa e referência internacional da guitarra portuguesa. Ao longo do ano, o seu legado tem sido celebrado através de concertos, programas culturais e projetos artísticos, tanto em Portugal como no estrangeiro.
Reconhecido pela forma singular como transformou a guitarra portuguesa num instrumento de expressão universal, Carlos Paredes continua a inspirar músicos, investigadores e novos públicos, décadas após a sua morte.
Homenagens multiplicam-se em 2025
As celebrações do centenário têm reunido músicos de várias gerações em concertos de homenagem, recriações da sua obra e novas interpretações que dialogam com a herança deixada pelo guitarrista. Estas iniciativas procuram não apenas recordar o passado, mas também projetar a obra de Paredes no presente e no futuro.
Vários espaços culturais têm integrado o centenário na sua programação regular, com ciclos dedicados à guitarra portuguesa e à música instrumental.
Projetos culturais além-fronteiras
O legado de Carlos Paredes tem ultrapassado fronteiras através de iniciativas internacionais que levam a guitarra portuguesa a novos contextos culturais. Projetos colaborativos juntam músicos portugueses e estrangeiros, promovendo encontros artísticos que cruzam tradições locais com a linguagem musical criada por Paredes.
Estas ações reforçam a dimensão universal da sua obra e a capacidade da música instrumental portuguesa dialogar com diferentes culturas.
Lisboa e a memória sonora
Em Lisboa, a memória de Carlos Paredes continua ligada a bairros, salas de espetáculo e momentos marcantes da vida cultural da cidade. Iniciativas recentes têm explorado essa relação entre o músico e o espaço urbano, sublinhando o papel da capital como palco fundamental da sua carreira artística.
Um legado que atravessa gerações
Nascido em Coimbra em 1925, Carlos Paredes pertenceu a uma linhagem de guitarristas que marcou profundamente a história da música portuguesa. A sua obra, caracterizada por rigor técnico, emoção e inovação, permanece atual e relevante, sendo estudada, interpretada e redescoberta por novas gerações.
O centenário de 2025 confirma que Carlos Paredes não é apenas uma figura do passado, mas um nome central da cultura portuguesa contemporânea, cuja influência continua a ecoar dentro e fora do país.

